Na matemática dos sabores da Doce que seja Doce, quanto menos se preocupar com a estética, mais o resultado será a soma de experiências únicas.

Para chegar a esse cálculo, Luana afirma que cozinha e prepara bolos desde criança, mas sem nenhuma influência de dentro de casa e ou da família. “Fazia bolos nos aniversários de parentes. Era o meu presente. Acho que tive e tenho sorte na profissão porque quando estou preparando algum produto transformo aquele momento em algo só meu e dele (o doce)”, fala a confeiteira.

É impossível também não ligar a imagem de Luana ao seu maior sucesso e carro chefe da casa: o bolo da Matilda.

Quando ele era servido na Belo Comidaria, o pedaço vendido era chamado ‘carinhosamente’ pelos frequentadores da casa de ‘fatia débil mental’, devido ao tamanho monstruoso.

O bolo da Matilda é feito com base de chocolate caramelo e camadas de chocolate 60%, 70% e 80% da empresa belga Callebaut. Ele é vendido nos tamanhos mini: 1,5 kg, para 10 pessoas; médio: 2,5 kg, para 20 pessoas; grande: 4,5 kg, para 40 pessoas; e gigante: 6,5 kg, para 60 pessoas. Os valores variam de R$ 80 à R$ 400.

DIFERENCIAL
Para se destacar no acirrado mercado de guloseimas a Doce que Seja Doce leva em conta, durante a fabricação, a extrema qualidade dos seus produtos e buscar fugir do trivial. Fazer com que os clientes busquem suas delícias e se surpreendam ao experimentar seus doces.

Além do sucesso no Instagram, a confeitaria também está começando a participar de feiras. Neste ano de 2015, Luana participou dos festivais Fartura e de Tiradentes, e da Feira do Doce.

 

Doce que seja doce

“É um bom mercado esse de doces, mas está começando a ficar saturado. A confeitaria está gritando por novidades. Sei que somos muito copiados. Podem tentar fazer igual esteticamente, mas os ingredientes e o sabor que temos e fazemos são únicos”, fala Luana, alfinetando a concorrência.

Doce que seja doce
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