A amizade e o gosto compartilhado pela música foram os dois ingredientes principais da mistura que deu cria ao Caminantes. O trio mineiro foi formado de maneira despretensiosa em 2012, por Gabriel Haddad (ukulele, violão e voz), Gustavo Bequadro (violão e voz) e Rodolfo Pinhón (teclados, acordeom, escaleta e voz). Seis anos depois, o grupo lança o primeiro disco homônimo, em uma série de shows que acontecem sexta, sábado e domingo, no Teatro de Bolso do Sesiminas. Os ingressos para as duas primeiras datas já estão esgotados.

Produzido e gravado de forma caseira ao longo de 2017, o disco “Caminantes” celebra a trajetória que resultou em oito faixas cujas participações vão de músicos da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais a regentes de importantes blocos de Carnaval de BH.

“Costumamos falar que o Caminantes não é uma banda, propriamente dita, mas um espírito de amizade, de encontro, que se materializou em música”, explica Gabriel Haddad. “Nos conhecemos no curso de Economia da UFMG e começamos a tocar juntos, para os amigos e em shows que nos convidavam. Nunca paramos para pensar em montar uma banda, ela aconteceu de um jeito orgânico”, continua o artista.

“De repente, nos vimos com algumas músicas próprias que achávamos que mereciam um registro cuidadoso, com as cores e temperos que elas pedem”.

No show, o Caminantes vai apresentar todas as faixas do disco, além de versões de Gilberto Gil, Os Tincoãs, Belchior, Gal Costa, entre outros. “Queremos derramar nossa sala de casa para o palco. Transbordar esse ambiente amoroso, aconchegante, com todo mundo cantando junto e celebrando a sorte de sermos contemporâneos”, afirma Haddad, lembrando que a apresentação tem direção musical de Di Souza, direção de iluminação de Taísa Campos e Wellington Santos e direção de arte do próprio Haddad