Os momentos finais da partida entre Galo e Furacão, nesta quarta-feira (14), serão de apreensão para a torcida alvinegra. Além da esperada vitória para aliviar a situação do time no Campeonato Brasileiro, a Massa estará também “torcendo” pelo resultado do sorteio da Copa Libertadores, a partir das 21h.

Nas oitavas de final, o Atlético irá enfrentar um dos oito classificados em segundo lugar na fase de grupos. E vários fatores tornam difícil a missão de “escolher” o confronto ideal (veja o quadro abaixo).

O primeiro é o rendimento dos times dentro do próprio torneio. Godoy Cruz e Guaraní, por exemplo, tiveram um aproveitamento superior aos 55,6% que deram a San Lorenzo e Botafogo as primeiras posições nos respectivos grupos.

Por outro lado, o dono dos piores números é o Nacional, clube de mais tradição dentre os possíveis adversários, com três títulos. Além dos Bolsos, apenas Barcelona e Atlético-PR já chegaram à final da competição.

Outro aspecto a ser analisado é o fator altitude, um dos maiores aliados de clubes bolivianos, peruanos, colombianos e equatorianos na história do torneio.

Nesse critério, o pior cenário seria uma ida a La Paz para encarar o The Strongest a 3,6 mil metros do nível do mar – o alento é que o Tigre negociou o artilheiro Chumacero com o futebol mexicano.

Na sequência, viria um duelo com o Jorge Wilstermann em Cochabamba, a 2,5 mil metros de altitude. Para sorte do Atlético, as duas equipes do Equador presentes no "Pote 2" mandam partidas na cidade costeira de Guayaquil.

O sorteio realizado na sede da Conmebol, em Luque (Paraguai), definirá o chaveamento até a final. Os clubes têm prazo de 48 horas antes dos jogos de ida das oitavas para fazerem até três mudanças na lista de inscritos.

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