Torcedores do Cruzeiro não perderam a chance de recepcionar o atacante argentino Hernán Barcos, novo reforço da Raposa, que desembarcou no aeroporto de Confins na tarde desta sexta-feira (13). O jogador chegou por volta das 14h30 e foi saudado por dezenas de cruzeirenses, que o receberam com cânticos de arquibancada, como “acabou o caô, o Pirata chegou” e “Abram passagem, o terror chegou. O pirata é matador”.

Chamado de “Pirata” por causa das comemorações dos gols tapando um dos olhos e levantando um dos braços, Barcos deixou o Equador e passou por Porto Alegre antes de desembarcar em Belo Horizonte. O jogador escolheu voltar ao Brasil, também, pela gravidez da esposa. A proposta do Cruzeiro e o planejamento do clube, que disputa competições importantes, também seduziram o atacante.

Barcos vai usar a camisa 28, que ficou livre recentemente com a saída do zagueiro Digão, que usava esse número. Em suas redes sociais o Cruzeiro divulgou a numeração do jogador e fez toda uma campanha de interação com a torcida na internet.

No aeroporto Barcos não conversou com a imprensa, mas foi bastante ovacionado pelo torcedor celeste. Como tem virado costume, o jogador usou um boné e camisa de torcidas organizadas do Cruzeiro.

A apresentação de Barcos acontecerá neste sábado, na Toca II. O jogador após o desembarque foi direto para o CT da Raposa, onde passou por exames médicos. O contrato do jogador será de um ano, com a possibilidade de renovação por mais uma temporada.

A estreia oficial de Barcos com a camisa estrelada ainda não tem data. A janela de transferências no Brasil abre somente na próxima segunda-feira (16), exatamente o dia em que o clube celeste define classificação às quartas de final da Copa do Brasil contra o Atlético-PR. A Raposa joga pelo empate, já que na partida de ida venceu de virada por 2 a 1.

Barcos é o quarto argentino do elenco cruzeirense. Ele se junta a Ariel Cabral, Mancuello e Lucas Romero. O outro estrangeiro é o uruguaio Arrascaeta, o que faz o time azul somar os cinco gringos, cota máxima permitida para as disputas de Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro, conforme regras da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).