O Atlético já sabe que será o primeiro brasileiro a encarar o Racing pela Copa Libertadores. A goleada do Corinthians diante do Cobresal, do Chile, e a vitória do River Plate sobre o Trujillanos, da Venezuela, colocaram o argentino no caminho do Galo.

Por ser o quarto melhor primeiro colocado, o alvinegro também sabe que irá decidir em casa se passar para às quartas.

Os adversários sairão do confronto entre São Paulo e Toluca, sendo que o Tricolor se classificou como segundo colocado do Grupo 1 e os mexicanos fizeram uma campanha de primeiro lugar pior que a do Galo. E o mando de campo virou uma incógnita para o clube alvinegro.

O Atlético ainda estuda se levará o jogo de volta contra o Racing para o Mineirão. O Gigante da Pampulha estará disponível, já que a CBF adiou o confronto Cruzeiro x Campinense, pela Copa do Brasil, para quinta-feira.

A justificativa é medida de segurança, uma vez que a Polícia Militar não aceita que Galo e Raposa joguem no mesmo dia em Belo Horizonte.

Para dar a palavra final em relação ao palco do duelo pela Libertadores, o Galo não precisa respeitar o prazo de 10 dias antes da data da partida (segunda-feira) indicado pela Conmebol.

No regulamento específico do torneio de 2016, a entidade determina a escolha de 10 dias de antecedência apenas se a mudança de estádios envolver, também, mudança de cidade.

Se a cúpula alvinegra consultar Diego Aguirre para saber se leva ou não o jogo para a Pampulha, a resposta não será nada esclarecedora. “Para mim, tanto faz. A diretoria é que define. Não tenho uma certeza se existe vantagem de jogar ou não em determinado campo”, diz Aguirre.

Independência ou Mineirão é a dúvida atleticana