Foi publicado nesta quinta-feira (5), no Diário Oficial da União, o contrato de patrocínio máster entre Atlético e Caixa Econômica Federal. A parceria se renovou por mais um ano, e com valor de R$ 13,1 milhões, segundo a própria nota.

A Caixa continuará estampando a marca da empresa no lugar mais nobre da camisa alvinegra: frontalmente, na altura da barriga. A diferença deve ficar por conta das costas, que não mais terá a repetição da marca. O Galo e o banco federal assinaram os contratos em 28 de março.

Os valores do contrato, se seguirem a mesma regra de 2017, são "cheios". Ou seja, há a soma dos bônus que o Atlético receberá da Caixa em caso de conquistas. No ano passado, o valor do contrato era de R$ 16 milhões, mas o Atlético, para chegar a receber tal quantia, teria de vencer a Copa do Brasil (R$ 500 mil), o Brasileirão (R$ 1 milhão), a Libertadores (R$ 1,5 milhão) e o Mundial de Clubes (R$ 2 milhão).

Nesta lógica, o que o Atlético recebeu de forma fixa, em 2017, foram R$ 11 milhões. Neste ano, como não está na Libertadores, o Galo só pode ser bonificado pela Copa do Brasil e pelo Brasileirão. Se os valores dessas cotas não mudaram, então o fixo de 2018 é de R$ 11,6 milhões, R$ 600 mil de aumento.

Além da Caixa, o alvinegro mineiro já tem outras parcerias firmadas para a camisa em 2018: Orthopride nos números, Uber na gola, Universidade Brasil no ombro e MRV Engenharia nas mangas. 

Publicação do acordo entre Atlético e Caixa no Diário Oficial da União de 5 de abril de 2018

Publicação do acordo entre Atlético e Caixa no Diário Oficial da União de 5 de abril de 2018

RIVAL
Além do Atlético, o Cruzeiro também renovou contrato com a Caixa por mais uma temporada, e deve ter um contrato de valor superior, justamente pela questão da Libertadores. O acordo entre a CEF e a Raposa, porém, ainda não apareceu no Diário Oficial. Nesta quinta-feira, foram publicados o do Atlético e o do Bahia, no valor de R$ 9,5 milhões. 

O Hoje em Dia conversou com o presidente do Tricolor de Salvador, Guilherme Bellintani, que explicou que os R$ 9,5 milhões são"irreais", pois contam inclusive com bonificação da Libertadores e do Mundial, sendo que o Bahia sequer está no torneio continental: "O valor mesmo é de R$ 6 milhões, o mesmo do ano passado. Pra serem os R$ 9,5 milhões, o Bahia teria de vencer o Mundial contra o Real Madrid fazendo três gols de diferença. No caso do Atlético, teria de ser campeão intergalático para ganhar isso tudo aí", disse o mandatário baiano.