Apenas sete dias. No caso do Atlético, nem isso, já que o grupo se apresentou ao técnico Oswaldo de Oliveira no dia 4. Mas numa temporada corrida e cheia de compromissos, com início já na semana que vem, tempo suficiente para analisar as prováveis formações-base de América, Atlético e Cruzeiro, depois das chegadas dos reforços e das saídas dos que foram buscar outros rumos.

No caso dos dois últimos, especialmente, os times devem mudar bastante ao longo do próximos meses, por conta da quantidade de jogos e competições; da confirmada prioridade celeste à campanha na Libertadores e da necessidade de descansar jogadores mais experientes, como os respectivos comandantes de ataque Fred e Ricardo Oliveira.

Além disso, o Mineiro costuma ser o laboratório ideal para experiências; oportunidade para testar esquemas diferentes.

Mexidas
A campanha vitoriosa da Raposa na Copa do Brasil do ano passado mostrou como Mano Menezes é adepto da teoria de poupar jogadores considerados fundamentais diante de partidas decisivas. Ele não pensa duas vezes quando o assunto é explorar as possibilidades proporcionadas pelo grupo, ainda que tenha dito que fará o Cruzeiro jogar na maior parte do tempo em função de seu ’novo’ camisa 9.
Hoje, aliás, o time estrelado faz seu primeiro jogo-treino, contra o Guarani de Divinópolis, na Toca II, ainda sem Edílson, que ganhou prazo extra para as férias depois de disputar o Mundial Interclubes pelo Grêmio, e Thiago Neves, com dor na panturrilha.

Velocidade
No curto período à frente do alvinegro, Oswaldo também deixou claro não ser avesso a mudanças e experiências, tanto mais que duas das referências ofensivas do time em 2017 não estão mais na Cidade do Galo.

A própria maneira de jogar da equipe deve mudar bastante em relação à temporada passada, já que Ricardo Oliveira tem por característica a maior mobilidade na comparação com Fred – o mesmo acontece com os recém-chegados Erik e Roger Guedes.

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