Com duas equipes no Mundial de Fórmula 1 (Red Bull e Toro Rosso) e times de futebol em alguns de seus principais mercados – o New York Red Bulls, na Major League Soccer; o RB Brasil, que disputa a Primeira Divisão do Campeonato Paulista; o RB Salzburg, da Áustria (onde está a sede do grupo) e o RB Leipzig, vice-líder da Bundesliga (Alemanha), a Red Bull, gigante do mercado de bebidas energéticas, se prepara para fincar os pés em outro campeonato de ponta: a Premier League. De acordo com várias publicações europeias, Dietrich Mateschitz, fundador e principal dirigente do conglomerado, negocia a compra do West Ham, clube londrino que ocupa a 11ª posição na temporada 2016/2017, com 22 pontos (o líder Chelsea soma 46). A equipe tem usado o Estádio Olímpico – sede das cerimônias de abertura e encerramento e das provas de atletismo nos Jogos de 2012 -– para mandar suas partidas.

Esse não seria o primeiro caso de vínculo entre Fórmula 1 e o futebol britânico. No começo da década, Flávio Briatore, ex-diretor de Benetton e Renault e Bernie Ecclestone, homem-forte do circo, se associaram para assumir a propriedade do Queen's Park Rangers, que atualmente disputa o Championship, a Segunda Divisão. O clube foi revendido para o bilionário malaio Tony Fernandes, que, entre 2010 e 2014, manteve também a equipe Caterham.