Minas registrou em 2017 o maior número de casos prováveis de chikungunya desde o início do registro da doença: 16.789. Um crescimento de aproximadamente 3.500% em relação a 2016, que apresentou apenas 462 casos. Para se ter uma ideia do quanto a doença disparou no Estado, em 2015 foram 31 casos confirmados, e somente 18 em 2014. 

Do total de 16.789 do ano passado, 116 foram em gestantes e 58 tiveram confirmação para chikungunya pelo critério laboratorial. 

Mortes

A febre chikungunya matou 13 pessoas em Minas em 2017, sendo 10 em Governador Valadares, uma em Central de Minas, uma em Ipatinga e outra em Teófilo Otoni. 

Desse total, 12 mortes foram de pessoas com faixa etária acima dos 65 anos. A maioria ocorreu no primeiro trimestre do ano, coincidindo com o período de maior número de casos. Além desses, o Estado possui outros nove óbitos que estão em investigação.

2018

Neste ano, Minas já registrou nove casos prováveis da doença. Nenhuma morte ou casos em investigação foram apresentados até o momento.

casos de chikungunya

Dengue

Em 2018, o Estado apresentou 93 casos prováveis - confirmados e suspeitos -, de dengue. Ainda não há registro de morte ou investigação para a doença.

No ano passado, foram 29.107 casos, contra 520.985 de 2016. 15 mortes foram registradas nos municípios de Araguari, Arinos, Bocaiúva, Capim Branco, Curvelo, Ibirité, Leopoldina, Medina, Monsenhor Paulo, Patos de Minas, Pedro Leopoldo, Ribeirão das Neves, São José do Divino, Uberaba e Uberlândia. Além desses, o Estado possui outros 14 óbitos que estão em investigação.

Zika Vírus

Em 2017, Minas teve 753 casos prováveis de zika, sendo 136 em gestantes. Desse total, 70 foram confirmadas pelo critério laboratorial. O número de casos prováveis em 2017 está muito inferior ao notificado em 2016: 14.086. 

Ainda não foram registrados casos prováveis de Zika em 2018.