O curso de direito é um dos mais tradicionais e procurados nos vestibulares. Com um mercado de trabalho cheio de opções, garantir que os alunos estejam preparados para todas elas é o objetivo principal do corpo docente nas Faculdades Kennedy.

Um dos diferenciais da graduação, inclusive, é a possibilidade de o estudante aliar teoria e prática, com autonomia e o apoio dos professores, na maioria mestres e doutores. Para isso, em 2010 foi criado o Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ). O espaço oferece, gratuitamente, assistência jurídica e judiciária à população carente de Belo Horizonte.

O NPJ é disciplina obrigatória a partir do 7º período. Por dia, o núcleo realiza dez atendimentos, que incluem primeiros contatos e acompanhamento de casos. Fazem parte da equipe, por semestre, cerca de 400 alunos, orientados por três professoras.

Reuniões de conciliação e mediação, dependendo da situação apresentada, também são alternativas trabalhadas pelo núcleo. Nesse caso, o objetivo é encontrar, em conjunto, uma solução pacífica e não impositiva para as demandas das pessoas atendidas pelos alunos.

“Isso contribui para desafogar a defensoria pública e contribui socialmente com resoluções mais rápidas para certos conflitos”, frisa o coordenador do curso de direito da Kennedy, Hellom Lopes Araújo.

Vivência

Sob a supervisão dos professores, os alunos fazem a primeira entrevista da pessoa atendida, aplicando o que aprendem em sala de aula. Dessa forma, compreendem melhor o trabalho de advogado, promotor e juiz, com enfoque em assuntos como direito de família, meio ambiente e consumidor.

Curso direito Kennedy
Maioria dos professores do curso de direito da Kennedy tem mestrado ou doutorado

“Minha experiência no NPJ foi muito boa. Pude trabalhar casos que já eram de meu interesse em todo o processo. O fato de ser tudo feito por nós, com a orientação, também contribui muito para nos prepararmos para o mercado de trabalho”, afirma Éder Emerson Gama, de 29 anos, aluno do 8º período.

Papel social

Orientadora do NPJ há três anos, a professora Mariana Swerts Cunha diz que o Núcleo de Práticas Jurídicas visa preparar os alunos com excelência, mas também contribuir para a formação cidadã deles. “Durante os atendimentos, são tratados valores como ética profissional, defesa de direitos humanos e cidadania”.

Para Éder Gama, a abertura da faculdade para apoio ao público carente é muito importante. “Essas pessoas têm dificuldade de acesso a estes serviços. Então, com esse trabalho cumprimos também uma função social”, avalia.

Provas da OAB têm atenção especial do corpo docente

Dar suporte ao futuro profissional dos alunos é o foco principal das Faculdades Kennedy. No caso do curso de direito, o coordenador Hellom Lopes Araújo afirma que o corpo docente preocupa-se em formar pessoas capazes de seguir qualquer uma das opções oferecidas pelo mercado de trabalho na área, seja a advocacia ou o serviço público.

Para exercer a profissão de advogado é necessário ser aprovado no exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Por isso, há uma atenção especial para as provas.

Diferencial

Éder Emerson Gama, de 29 anos, aluno do 8º período, reforça que a estrutura da faculdad[/TEXTO]e e o apoio dos docentes faz muita diferença nesse processo. “É um curso difícil, mas a dedicação dos professores em passar o conteúdo e preocupar também com nossa nota e aprovação na OAB, que é essencial para a gente, ajudam demais. Sinto-me totalmente preparado para o mercado de trabalho”, diz.

Hellom Lopes afirma que o objetivo tem sido alcançado. “Temos um bom índice de aprovação na ordem e os nossos alunos, inclusive, já são professores, servidores públicos em várias localidades, advogados. Isso mostra que eles realmente foram bem preparados”, diz o coordenador.