O presidente do Cruzeiro, Gilvan de Pinho Tavares, admitiu que os R$ 13,5 milhões que clube receberá da Caixa Econômica Federal como patrocínio master não eram os pretendidos por ele. Segundo Gilvan, a crise econômica foi um dos fatores pelo baixo valor.

"O problema é que isso (valor pago) não depende da gente. O que foi alegado por eles (Caixa) é que os contratos de lá já existiam e estão apenas honrando os já firmados. Como o país todo, inclusive o nosso Estado agora, está atravessando uma fase difícil, eles alegaram que não podem pagar mais agora. A princípio, os valores seriam R$20 milhões. Depois foi feito uma oferta de valores menores, mas de qualquer forma é muito melhor do que ficar sem o patrocinador oficial e sem receber um valor dessa ordem, que é quase igual ao que a gente recebia do antigo patrocinador. Então nós preferimos, neste momento que eles alegam que é de crise geral, receber esse valor do que deixar de receber. Vamos continuar argumentando que pela grandeza do Cruzeiro, merecemos muito mais do que está sendo pago", disse Gilvan.

Ao todo, a Caixa Econômica Federal irá patrocinar 16 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro em 2016. A oficialização do patrocínio depende de publicação do acordo no Diário Oficial da União. Gilvan espera que isso ocorra nos próximos dias.