O estoque de ideias para o presente da paquera está escasso? Falta dinheiro para providenciar um mimo bacana ou o negócio é a falta de tempo e de disposição para ir às compras? Se alguma dessas situações ou mesmo o combo se encaixa na sua vida, que tal investir num jantarzinho feito em casa, fugir das filas de espera nos restaurantes e, de quebra, fisgar o amor pelo estômago? 

Se o problema for a falta de intimidade com as panelas capriche na escolha dos ingredientes, na finalização do prato e num drink simples, mas sofisticado, para não errar – ou errar menos. É sucesso garantido, avisa o chef Rômulo Perdigão, sócio-proprietário da Osteria Degli Angeli, no bairro Anchieta, região centro-sul de Belo Horizonte. 

A sugestão dele para os pouco ou nada experientes é comprar um nhoque pronto, de preferência caseiro, e preparar um molho rápido com gorgonzola. Olho na panela da massa, que “avisa” quando fica pronta. “Nhoque cru vai para o fundo. Quando está cozido, submerge”, ensina o chef, lembrando que o ponto certo é o meio termo entre o mole demais e o al dente. 

Grau 2

Os que são ao menos um pouco mais preparados diante do fogão podem arriscar fazer a receita criada pelo chef Rodrigo Baêta, da Fürst Tap Room, no bairro Funcionários. Basta uma única travessa para ter à mesa um peixe assado que fica pronto rapidinho. O pulo do gato é o tempo de cozimento. O pescado não deve assar demais para não perder a suculência. “Quem preferir, pode substituir a cerveja por vinho branco”, acrescenta o chef. 

Se o caso é de intimidade total com a cozinha, aposte sem medo na sugestão do chef Manoel Pereira, do Restaurante Varandão, no Othon Palace Hotel, Centro da capital. A receita, que exige três preparos, leva cerca de uma hora para ficar pronta, incluindo o mise en place. 

Para fazer valer a pena cada garfada, cuide do ponto da carne: a frigideira deve estar bem quente e a carne não deve ser virada o tempo todo. “Senão não grelha, cozinha”, adverte o especialista. 

Bons drinks

A harmonização dos pratos não precisa ser algo complicado. Mixologista na Adega Minas Gerais, Thiago Mehl diz que o segredo é equilibrar os sabores e agradar o paladar. “Não existe tanta regra como antigamente. As combinações são algo muito individual. Interessante é equilibrar doce, salgado, cítrico e amargo”, ensina.

Carne de boi combina bem com uísques, porco harmoniza com rum e o gim, muito em alta, dá um bom resultado quando acompanha pratos com peixe cru. Salmão e frango combinam bem com espumantes. 

 

Confira as receitas:

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