REGIÃO NORTE

Cratera aberta na MG-20 começa a ser fechada na segunda-feira, diz PBH

Da Redação
horizontes@hojeemdia.com.br
10/03/2023 às 12:59.
Atualizado em 10/03/2023 às 14:16
Estrada é a principal rota de acesso à avenida Cristiano Machado para quem vem de bairros como Ribeiro de Abreu, Tupi e Aarão Reis (Valéria Marques)

Estrada é a principal rota de acesso à avenida Cristiano Machado para quem vem de bairros como Ribeiro de Abreu, Tupi e Aarão Reis (Valéria Marques)

Após um mês de transtornos e riscos aos motoristas, o trecho da rodovia MG-20, na região Norte de Belo Horizonte, começa a ser recuperado na próxima segunda-feira (13). Uma cratera bem no meio da pista obriga a passagem dos veículos pelo acostamento. A obra será feita pela prefeitura, com apoio do Estado na sinalização. A previsão é de conclusão na quarta (15). 

O problema foi mostrado pelo Hoje em Dia. A estrada é a principal rota de acesso à avenida Cristiano Machado para quem vem de bairros como Ribeiro de Abreu, Tupi e Aarão Reis. A via também é a mais usada por moradores de Santa Luzia e Jaboticatubas, na região metropolitana, rumo à capital. 

A armadilha que se formou na pista fica a poucos metros da rotatória da Via 240, onde está a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Norte. Com várias rachaduras, o asfalto está cedendo. Aos condutores fica a sensação de que o local vai desabar, podendo provocar graves acidentes de trânsito.

A sinalização foi reforçada dois dias após a reportagem mostrar o perigo. Como o tráfego de veículos é intenso na região, principalmente durante os horários de pico, filas de veículos têm se formado. 

Transtorno esse que será ainda maior durante os trabalhos de recuperação. Segundo o Departamento de Edificações e Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER-MG), será necessário fechar meia pista, no sentido Santa Luzia.

O DER-MG foi acionado pela Gerência Regional de Manutenção Norte da PBH. Conforme a administração municipal, o trecho é "limítrofe" entre a gestão do município e o Estado.

A demora na realização da obra é criticada por quem passa pela rodovia, como o professor Rodrigo Silva, de 37 anos. "A espera foi longa, e ainda será, pois a cada dia sem reparo, o buraco aumenta. E se chover forte? A pista vai ruir", disse o docente, que mora em Santa Luzia. Ele trafega pela estrada duas vezes por dia para ir e voltar do trabalho. 

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