Quanto vai custar o ingresso para o clássico de 2 de julho?

Alexandre Simões / 23/06/2017 - 13h34

Um ponto comum tem unido Atlético e Cruzeiro em 2017: fazer maldade com as suas torcidas. E isso acontece de forma indiscriminada, pois os alvos não são apenas os rivais, mas também os próprios seguidores.
O início de Campeonato Brasileiro tem mostrado todo o estoque preparado pelos cartolas e treinadores dos dois lados para a temporada. Como conseguem contratar tantos jogadores ruins? Quem indica? Que escalações são essas?
Não podemos colocar em Jonh Lennon a culpa pelo desastrado pênalti de ontem, no Moisés Lucarelli, que determinou mais uma derrota do time de Mano Menezes neste Campeonato Brasileiro.
A culpa é de quem “descobriu”, contratou e colocou para jogar. E o xará do Beatle não é a única contratação inexplicável do Cruzeiro. Quem achou que Rafael Marques seria a solução de alguma coisa? O quê acrescenta Rafinha? Para quê repatriar Lucas Silva?
Os questionamentos ao Atlético atingem em cheio várias estrelas do time, mas que têm mais atrapalhado que ajudado. Como Rafael Carioca pode ser o primeiro volante de um time que iniciou o ano sonhando com grandes títulos? O que faz de Robinho titular? Fábio Santos é o mesmo do ano passado?
Demitir Roger Machado e Mano Menezes é a solução para os dois lados? Confesso que, neste momento, vivo uma dúvida. Os dois têm muita culpa na trajetória desastrosa dos seus times até agora.
A dúvida também me pega quando penso em quem pode assumir Atlético e Cruzeiro. Dorival Júnior, que deixou o Santos sem deixar saudade?
A única certeza que tenho é a de que o clássico do dia 2 de julho, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro poderá até “valer” uma vaga na zona de rebaixamento e será uma novela.
O mando é atleticano. Mineirão com as duas torcidas divididas, nem pensar. Claro que não. Vamos seguir avacalhando nosso maior produto, que é o clássico.
E a vida do torcedor? Quanto será que vão cobrar no ponto cego? Reunião na FMF será evento? Na semana que vem, a gente vai saber.
Para mim, pelo futebol de Atlético e Cruzeiro, um quilo de alimento não perecível ou, quem sabe, um brinquedo, seria um preço justo. Pelo menos, assim, eles fariam alguém feliz.

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