Carnaval tem polêmica com Bolsonaro e grito pró-lula em BH

Amália Goulart / 13/02/2018 - 06h00

O Carnaval também trouxe manifestação política país afora. Mesmo que pequena e concentrada. 
O bloco “Tico, Fico Serra Copo” foi invadido por uma onda pró-Lula, na noite do último domingo em Belo Horizonte. Dezenas de foliões que estavam no túnel da Lagoinha gritaram “olê, olê, olá, Lula, Lula”. A manifestação foi transmitida no Twitter dos deputados petistas Durval Ângelo e Rogério Correia. 
Também teve fantasia de presidiário, uma alusão à condenação do petista,  pelas ruas da capital. Já na Sapucaí, no Rio, mais protestos. Desta vez,  contra as medidas do presidente Michel Temer (PMDB), como a reforma trabalhista. 

Mas foi o deputado Jair Bolsonaro o responsável pela mais pitoresca manifestação do Carnaval. Ele simplesmente disse que o problema da violência na Rocinha, no Rio de Janeiro, seria resolvido se exterminasse toda a comunidade. 

Não demorou para que surgissem posts, nas redes sociais, de bandidos armados propondo a extinção de Bolsonaro. Além, claro de manifestos sérios de entidades ligadas aos direitos humanos. O Carnaval mostrou que Bolsonaro pode não incomodar tanto quanto pensa que o fará nas eleições deste ano. 
Passada a folia, é hora de cair na realidade!

CUT
A Central Única dos Trabalhadores (CUT) lança a campanha “se votar, não volta”. 
A ideia é estampar o rosto de deputados federais que são favoráveis à reforma da Previdência em faixas e cartazes e espalhar por protestos interior afora. Nesse ano, eles passaram pelo crivo das urnas. 
A campanha é nacional e já está dando o que falar. 

Só dois
O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), saiu da lista de nomes para compor a chapa  presidencial do governador  Geraldo Alckmin (PSDB).
 Continuam na lista o ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM), e o senador Antonio Anastasia (PSDB). 

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