Rodrigo Maia destitui diretórios, incluindo o de Minas

Amália Goulart / 09/03/2018 - 12h37

O presidente nacional do Democratas, deputado federal Rodrigo Maia, deve comunicar hoje a destituição dos diretórios regionais em todos os estados onde atua. Isso inclui a unidade mineira do partido, comandada pelo parlamentar Carlos Meles. 

No documento, Maia justifica que, para fortalecer a legenda, serão empossados presidentes estaduais todos os pré-candidatos a governador do partido. 

A decisão deixa o caminho livre para a filiação do deputado federal Rodrigo Pacheco, hoje no MDB. 
Pacheco entra no Democratas com carta branca para negociar alianças e formatar a campanha. Ele deve ser o presidente estadual da legenda. 

Podemos
O prefeito de Betim, Vittorio Medioli será presidente estadual do Podemos em Minas. A diretoria executiva foi anunciada ontem e contará também com a presença dos deputados Dirceu Ribeiro e Coronel Piccinini.
 

Mudança na Cemig
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) comunicou ao mercado a saída de dois diretores da alta cúpula da empresa e a entra de substitutos.

Saem Adézio de Almeida Lima, da Diretoria de Finanças e Relações com Investidores, e José Maria Rabelo, da Diretoria de Desenvolvimento de Negócios. O comunicado diz que ambos alegaram “motivos de natureza pessoal” para renunciar aos cargos.

Os dois nomes escolhidos para preencherem as vagas são funcionários de carreira do Banco do Brasil com cargos de destaque nos governos petistas. 
No lugar de Adézio entra Maurício Fernandes Leonardo Júnior. Já o posto deixado por Rabelo será ocupado por Daniel Faria Costa. 

“A companhia informa, ainda, que continuará contando com a experiência e colaboração dos Srs. Adézio de Almeida Lima e José Maria Rabelo, uma vez que o acionista controlador, o Estado de Minas Gerais, indicará os mesmos para compor o Conselho de Administração da Cemig na próxima AGE a ser convocada”, finalizou o comunicado, assinado pelo presidente da Cemig, Bernardo Salomão de Alvarenga.

Derrota
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou Mandado de Segurança (MS 34296) por meio do qual o presidente da Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio/MG), Lázaro Luiz Gonzaga, questionava a validade de decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) que determinou a instauração de processo de tomada especial de contas após denúncias de irregularidades nas administrações regionais do Serviço Social do Comércio (SESC) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) no Estado de Minas Gerais.

As informações são do STF.

As irregularidades teriam ocorrido na contratação de serviços e aquisição de imóveis sem prévio procedimento licitatório e com valores supostamente exorbitantes. Gonzaga sempre negou as irregularidades.

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