Vaga de vice na chapa de Anastasia cria rixa entre possíveis aliados

Amália Goulart / 05/05/2018 - 06h00

A disputa pela vaga de vice na chapa do senador Antonio Anastasia (PSDB) ao Governo de Minas já provoca mal-estar entre possíveis aliados. O PSD, primeiro partido a fechar apoio oficialmente, quer colocar no posto o deputado federal Marcos Montes. Ele comanda a bancada da legenda na Câmara e é ligado ao setor ruralista, além de ter bom trânsito no legislativo. 

Porém, partidos que negociam a entrada na aliança cobram a vaga. Dizem que o PSD está “guloso” e com “olhos grandes”. Anastasia já procurou o PPS, Solidariedade, PV, dentre outros, na tentativa de atraí-los. A mesma gama de legendas também foi procurada pelo pré-candidato do DEM, Rodrigo Pacheco. 
Dizem os possíveis aliados que o PSD já terá uma cadeira no Senado, caso Anastasia seja eleito. É que o primeiro suplente dele é o ex-deputado Alexandre Silveira. E o segundo suplente também é do mesmo partido, Lael Varella. Por isso, da insatisfação dos potenciais apoiadores.

Que vergonha!
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito o político que mais envergonha o Brasil. A informação é de pesquisa do Instituto Paraná. Foram 26,4% de eleitores que apontaram para Lula. O petista segue preso em Curitiba.
O segundo no ranking é o presidente Michel Temer (MDB) com 20,3%. O emedebista amarga baixos índices de popularidade desde que assumiu o posto. 
Na terceira colocação, ninguém menos que o senador Aécio Neves (PSDB). Ele foi apontado por 11,7% dos entrevistados. Seguem a lista ainda Sergio Cabral (MDB), Dilma Rousseff (PT), Eduardo Cunha, Jair Bolsonaro (PSL), Gleisi Hoffmann, Renan Calheiros e Geraldo Alckmin (PSDB). 
O Instituto Paraná ouviu 2.002 eleitores em todos os Estados entre os dias 27 de abril e 2 de maio. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02853/2018. 

Terceirização
A Cenibra pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que suspenda todos os processos no país que tratem da terceirização, até que a matéria seja pacificada pela Corte.Anteontem, foi publicada decisão do ministro relator Luis Fux, que nega o pedido, mas reconhece a importância do julgamento do caso. Ingressaram como amicus curiae, ou seja, interessados no processo, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e sindicatos de trabalhadores.


 

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