Neblina: altos ou baixos?

Boris Feldman / 22/02/2017 - 06h00

Estrada com neblina é um terror para muitos motoristas. Se for à noite, pior ainda. Muitos se apavoram e encostam no primeiro posto da rodovia.

Neblina é mesmo preocupante, mas existem algumas dicas que podem ajudar a se safar dela. Principalmente porque muitas vezes basta rodar mais alguns quilômetros para ela desaparecer.

Em primeiro lugar, não se deve usar faróis altos. Comute para os baixos, que iluminam melhor a estrada. Sabe porquê? Virado para baixo, o facho de luz tem uma distância menor de neblina e gotículas a vencer até encontrar o asfalto. O facho dos faróis altos devem vencer uma área muito maior da neblina e por isso a dificuldade para iluminar a estrada.

Se o carro tiver faróis especiais de neblina na dianteira, sob o parachoque, não se esqueça de ligá-los pois eles estão ainda mais próximos do asfalto e iluminam melhor que os faróis principais. Mesmo que seu carro não tenha os dianteiros, ele tem na traseira uma luz especial de neblina. É vermelha, bem mais intensa que as outras luzes traseiras e deve ser ligada para indicar a posição de seu carro para quem vem atrás. Evite liga-las sem neblina pois ofuscam quem está na sua traseira.

Se o carro tem piscalerta, nem pense em utiliza-lo enquanto estiver rodando, pois ele prejudica e confunde os outros motoristas, que ficam sem saber se seu carro vai dobrar a direita ou esquerda ou se o motorista está acionando o freio.

Só se liga o piscalerta com o carro estacionado no acostamento, no caso de uma neblina muito pesada e que torna quase impossível continuar rodando.

Finalmente, rodar na neblina exige que se mantenha uma distância ainda maior do carro à frente, pois no caso de uma batida “em série”, reduzem-se as possibilidades de, além do seu carro receber um impacto na traseira, ainda bater no que está à sua frente.

 

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