Quanta inocência, torcedor...

Postado em 05/07/2015 09h10
Na chegada da Seleção Brasileira ao nosso País, após a Copa América, Firmino foi vaiado. David Luiz, ovacionado. Durante a própria competição continental, no Chile, quando a armada da CBF aterrissava em algum hotel, o noticiário era sempre o mesmo: Neymar e David Luiz foram os mais aplaudidos. É...

Triunfo do errado

Postado em 02/07/2015 08h09
No futebol atual há uma onda criada por supostos puristas, autoproclamados verdadeiros entendedores, contra qualquer discurso tido como “tático”. Muitas vezes, mecanismo de defesa para quem não enxerga as estratégias e inconscientemente usa esse escudo da agressão. Quase sempre, uma manifestação...

Segregação e falta de emoção

Postado em 28/06/2015 07h41
A torcida do Chile impressionou na Copa do Mundo do Brasil. Quando cheguei a Santiago, no cotidiano, em cenas comuns da vida das pessoas, longe do ambiente do futebol, o amor pela seleção era percebido facilmente, latente. Pelo número de camisas, bandeiras, adereços, menções, pelas conversas, pelo...

O que é uma geração ruim?

Postado em 25/06/2015 07h51
Bem antes da última Copa das Confederações, defendia a tese de que a geração brasileira de jogadores era fraca. Porém, como em quase toda adjetivação, é preciso, aqui, algum cuidado. Em função da subjetividade. Afinal, o que seria exatamente uma safra ruim? O que se quer dizer com isso? Com...

Quem é aquele cara?

Postado em 21/06/2015 07h46
No jogo Brasil x Colômbia, pela Copa América, vivi uma experiência diferente. Acompanhei a partida no meio da torcida, e não na área de imprensa. O objetivo era colher impressões, experimentar sensações que ajudassem a entender, a fortalecer a fundamentação de algumas teses que, há algum tempo,...

Eles amam mais do que nós – e a segregação no futebol

Postado em 18/06/2015 09h05
Na Copa do Mundo do ano passado, nas idas e vindas que a cobertura pela rádio Itatiaia me proporcionou, três torcidas me chamaram atenção positivamente – todas elas, sul-americanas: a chilena, a colombiana e a argentina. A primeira, pelo volume avassalador de pessoas do país que se encontrava no Rio...

Cuidado com os falsos “novos ídolos” – parte 2

Postado em 14/06/2015 08h00
Na coluna passada, tratei de um fenômeno recente que, na esteira dos últimos escândalos no mundo do futebol, se materializou: celebridades, jornalistas, figuras importantes do esporte bretão que, embora extremamente subservientes em suas condutas, promíscuas perante o poder, despidas de qualquer...

Cuidado para não criar falsos “novos ídolos”

Postado em 11/06/2015 10h15
É difícil descrever a ojeriza que tenho vivido nos últimos dias pelo seguinte aspecto: figuras públicas do futebol, e jornalistas extremamente subservientes, sem personalidade, que, direta e indiretamente – pela omissão –, fazem parte do esquema de sujeira do esporte bretão, têm começado, em suas...

Calado, um poeta? É pouco...

Postado em 07/06/2015 07h37
A ideia de que ídolos precisam, necessariamente, ser perfeitos, “certinhos”, exemplos para toda e qualquer criancinha, é ridícula. A tese de que as grandes estrelas, as maiores referências, daquelas que parecem intangíveis, que em seus respectivos palcos exalam algo de larger than life – não curto a...

Erro e injustiça da diretoria do Cruzeiro

Postado em 04/06/2015 08h08
Único cenário “plausível”, “aceitável” de demissão do técnico Marcelo Oliveira: caso a diretoria avaliasse que havia algo bem interno, alguma sutileza no envolvimento deste com os atletas, um ambiente desfavorável perante o grupo, e, somado a esse fator, um ótimo nome estivesse disponível no...

Cruzeiro: no desastre e em geral

Postado em 31/05/2015 07h44
A atuação do Cruzeiro diante do River na última quarta foi muito além do que deve ser rotulado “apenas” como “bastante ruim”, “péssima”. O que se viu da equipe celeste em campo sobrepujou o que estaria devidamente descrito por esses adjetivos, de modo que a mera utilização deles para qualificar a...

'Novidade' encantadora no Galo

Postado em 28/05/2015 09h15
Na temporada 2014, conforme já tratei aqui diversas vezes, o Atlético adotou, em um bom número de oportunidades, o 4-1-4-1. Apenas um volante de ofício; Dátolo funcionando como uma espécie de segundo homem em determinados momentos, mas, basicamente, como um dos armadores atuando “por dentro” nessa...