Marcelo Oliveira: simples ou simplório?

Postado em 21/06/2016 08h16
Quando Marcelo Oliveira foi contratado pelo Atlético, considerei um acerto da diretoria. Por diversos motivos. E sem cravar que daria certo, despido de grande entusiasmo, sem descartar algumas fortes relativizações – ligadas, sobretudo, a certa carência de repertório, de sofisticação do técnico em...

Avaliações injustas sobre o Cruzeiro na mídia

Postado em 14/06/2016 07h51
Tenho vivido situação peculiar como jornalista esportivo. Nos programas dos quais participo, via de regra, desde o início do ano venho me deparando com opiniões que, para mim, são excessivamente críticas com relação ao Cruzeiro – sempre deixei isso claro, no ar, para os interlocutores de cada...

Discurso x prática

Postado em 09/06/2016 08h47
São raros, no Brasil, os meio-campistas na acepção que Tostão gosta de utilizar (algo que se tornou verdadeiramente comum na Europa somente com a tendência em transformar armadores em “volantes”, o que acabou criando uma espécie de híbrido bem benéfico ao futebol). Em terras tupiniquins, permanece...

Diagnósticos dos nossos problemas

Postado em 29/05/2016 06h00
O principal defeito tático dos times brasileiros: pouca capacidade de controlar o jogo. Isso pode passar em grau considerável pelo pouco tempo dado aos técnicos. Mas o primordial, para mim, é simplesmente a deficiência do trabalho dos comandantes. A incapacidade que eles mostram de, nos...

Marcelo no Galo

Postado em 22/05/2016 06h00
A contratação de Marcelo Oliveira foi um acerto do Atlético. Aproveitando a chegada do novo treinador, reproduzo abaixo trecho de relatório que estou escrevendo sobre o Brasileirão 2015 – para um projeto sobre o qual falarei em breve. Neste, será possível conhecer melhor como foi a trajetória do...

O pior do Brasileirão

Postado em 15/05/2016 09h41
A primeira divisão tupiniquim começou neste sábado e... Sim: um candidato ao título, como o Santos, pode, por uma canetada mal dada, pela inépcia dos nossos dirigentes – inclusive dos coniventes mandatários do clube da Baixada –, lutar contra o rebaixamento; ou, talvez, destinar-se ao limbo, à...

Imparcialidade? Como não?

Postado em 05/05/2016 07h52
Em palestras, mesas de debate, papos em Universidades, dos quais participo, uma das perguntas mais frequentes passa por algo na linha: como o jornalista consegue ter a imparcialidade, a frieza de separar seu lado torcedor do profissional? Na medida em que essas indagações se repetiam, surgiam...

O jornalismo definha

Postado em 10/04/2016 06h00
Quando o ótimo Spotlight ganhou o Oscar de melhor filme, muita gente propagou: “vitória do jornalismo!”. Infelizmente, não. Triunfou, merecidamente – o que está longe de ser segurança no prêmio da Academia, nem sempre tão afeito à meritocracia –, uma obra competente, sobre um trabalho incrível de um...

É preciso pensar grande

Postado em 07/04/2016 06h00
Se defendia, há algumas semanas, que Élber vinha pedindo passagem entre os titulares do Cruzeiro, agora, com as duas últimas atuações, podemos cravar: o meia-atacante, no melhor dos sentidos, já meteu o pé na porta, invadiu o ônibus sem solicitar licença e, altivo, sentou na janela; não pode, nesse...

Torcedor fanático e manifestações políticas “dos dois lados”

Postado em 03/04/2016 06h00
No trabalho de jornalista esportivo, quando passei a me deparar cada vez mais com numerosas demonstrações de um fanatismo louco, totalmente inimigo da razão e da boa capacidade de juízo, comecei a flertar frequentemente com certa preguiça do ato de torcer. Lógico que não se deve generalizar e que a...

As qualidades de Deivid e o preconceito sofrido

Postado em 31/03/2016 06h00
As principais características que um treinador precisa ter, grosso modo, são três. Capacidade de pensar e entender o futebol profundamente, em termos táticos, de leitura de jogo, observação dos reais atributos de suas peças e montagem de um conjunto que funciona como tal na acepção da palavra, em...

Festival de bizarrices

Postado em 27/03/2016 06h00
A atuação de David Luiz – o que está longe de ser novidade – e do sistema defensivo brasileiro em geral; a extrema condescendência de quase toda a imprensa em classificar como magnífico um primeiro tempo “ok” – no máximo, já com doses razoáveis de benevolência, “bom” (entre as exceções destaco Mauro...