Brasil brilha em Vegas

Coluna Esplanada / 09/10/2017 - 12h48


Apesar de o jogo ser proibido no Brasil há 76 anos, o país foi protagonista na 17ª edição anual da Global Gaming Expo, realizada semana passada em Las Vegas. Três empresas de brasileiros brilharam: a Zitro de Johnny Ortiz, a FBM de Rui Francisco e Renato Almeida e a Ortiz Gaming de Alejandro Ortiz. São as três líderes mundiais de vídeo-bingos e vídeo-slots, referências mundiais e com produtos espalhados pelos EUA, Europa e Ásia, com geração de empregos e receitas em vários países após a proibição do setor no Brasil. A pergunta recorrente entre empresários estrangeiros é quando o Brasil vai autorizar os jogos. Na América do Sul só o governo brasileiro proíbe. 
Strong


Após o atentado a tiros de domingo passado, a cidade se mobilizou em todo o trade turístico e comércio com o slogan Vegas Strong. 

Mas...
Isso não impediu que muitos evitassem Vegas nos últimos dias. Só o hotel Treasure teve 59% de cancelamentos de reservas, segundo brasileiros hóspedes.

Inconstitucional 
O presidente da União Nacional dos Servidores das Agências Reguladoras (Unareg), Thiago Botelho, engrossa o coro de críticas ao projeto em tramitação no Senado que prevê a demissão de servidores por “insuficiência de desempenho”.

Acossamentos 
Botelho ressalta que a estabilidade dos servidores efetivos das agências é a garantia de que eles “possam exercer suas funções de maneira eficiente, ética e sem temer represálias e acossamentos”.

Exxon & Petrobras 
Quem acompanhou de perto a negociação da sociedade entre os americanos da Exxonmobil e Petrobras destaca que houve um termo de confidencialidade na parceria para o leilão em que a petroleira yankee surpreendeu o mercado e entrou com ágio alto nos campos da franja do pré-sal. 

Confidencial 
Por esse termo a Petrobras teve de abrir informações confidenciais sobre os dados que descobriu nos campos faturados. Daí o grande interesse dos americanos. Foi considerada uma boa parceria.

Expertise
Os yankees entram com dinheiro e a Petrobras com a expertise de ponta na prospecção. A Petrobras não quis comentar.

Manifesto
O Ministério Público Federal se associou a mais de 20 entidades em apoio ao manifesto contra a nova Lei dos Planos de Saúde. O MP vê “retrocesso” na proposta relatada pelo tucano Rogério Marinho (RN). 

Maratona 
Depois de mais de 100 palestras Brasil afora, o relator da reforma tributária na Câmara, deputado Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), conclui o texto final da proposta que será apresentado nas próximas semanas. A centésima palestra ocorreu em Salvador. O tucano também apresentou o tema nos Estados Unidos e no Uruguai.

Unificação de tributos
O pilar da proposta de Hauly é a unificação de tributos de consumo. O texto também irá propor o fim dos impostos sobre alimentos e medicamentos. “Com o fim da apreciação das propostas sobre a legislação eleitoral e de outras agendas que dominaram esses meses, abre-se uma avenida para que o Congresso possa votar a reforma tributária”, pontua o deputado. 

Reconvocado 
Magno Malta (PR-ES), que preside a CPI dos Maus-Tratos no Senado, não gostou da ausência de Gaudêncio Fidélis, curador da polêmica exposição Queermuseu, que pediu habeas corpus ao STF para não depor. O senador reconvocou Fidélis. Ainda não foi definida a data do depoimento. 

Aviadoras 
Será realizado, no dia 28 de outubro, no auditório da Universidade Anhembi Morumbi (SP), o seminário “Aviadoras, o Reencontro”. 

Pioneiras 
O evento, patrocinado pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), terá palestras de pioneiras da aviação, que contarão histórias, experiências, dificuldades e conquistas.

Ponto Final
“A censura começa contra a nudez, depois impõe a mudez”
Do senador Cristovam Buarque (PPS-DF)[/ASS_FRA] 
 

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