Os feios que me perdoem, mas beleza é fundamental

Postado em 16/02/2018 17h14
Nada como inaugurar– e ao mesmo tempo respeitar –uma tradição logo no começo do ano, início de temporada. Campeonato mineiro é, tradicionalmente, aquele remédio genérico, meio paliativo, para curar a imensa ausência que é ficar sem ver o Cruzeiro jogar durante alguns dias em dezembro e janeiro....

Já é carnaval para o time do povo

Postado em 02/02/2018 06h00
De repente, na tarde desta quinta-feira, escuto aquela voz vindo do nada: “ADEMG informa: o provável público pagante para o jogo Cruzeiro X América, no Mineirão, este domingo, pode ultrapassar as 50 mil pessoas!”. De outro nada, a conhecida voz do Tião das Rendas me confirma: “É isso mesmo colega!...

Pequena parábola sobre a dificuldade de fazer gols

Postado em 26/01/2018 15h35
Começamos com uma espécie de parábola. Um sujeito passou um tempão cortando o mato, despejando litros de suor no chão, para construir uma longa estrada e, depois disso, celebrar o mérito diante da empreitada, justamente ao poder usar a tal da estrada.    Aí, chega um outro sujeito,...

O temível Oba Oba Futebol Clube

Postado em 12/01/2018 06h00
Cervejas rolando no 80, ali na Savassi, aquela saudável sociabilidade de verão, e encontro com o músico Hebert “Tambor” Almeida, bamba que toca em bandas como Manobra, Pelos, Nobat e  ainda em seu projeto solo Negro  Amor. Mais importante: é celeste juramentado e companhia para ótimas...

O presente que podemos dar

Postado em 05/01/2018 14h53
Semana de aniversário: 97 anos muitíssimo bem vividos para o maior de Minas. Ao se aproximar de seu centenário, o Cruzeiro segue escrevendo páginas heróicas, imortais, das quais sempre temos que nos lembrar; para confirmarmos do que somos feitos.  Somos o jovem Tostão batendo bola no IAPI na...

Bem vindo de volta, Frederico

Postado em 29/12/2017 13h30
Hoje começamos esta coluna com um filminho deprê. O ano é 1999, e estamos todos de ressaca pela quantidade de vices-campeonatos no ano anterior (Brasileiro, Copa do Brasil e até uma maldita Mercosul). Ainda assim, temos mais um dos belos times celestes montados nos anos 90, desta vez liderado por um...

O pior cego é o que só vê a bola (e perde a dança)

Postado em 22/12/2017 06h00
A coluna desta semana deveria, naturalmente, tratar do esperado sorteio de grupos da Libertadores da América, que aconteceu na quarta-feira e nos “premiou” com adversários do quilate do argentino Racing e da Universidad do Chile. Seria o segundo capítulo da série “Libertadores Ainda Que Tardia”, que...

Pequeno inventário afetivo celeste: Boiadeiro

Postado em 15/12/2017 06h00
Dia desses um dos meus programas esportivos favoritos na televisão, o Resenha ESPN, teve a ótima ideia de convidar um dos maiores ícones da história relativamente recente do Cruzeiro, o que me inspirou a fazer aqui mais um capítulo das minhas memórias afetivas.  Salve Marco Antônio Boiadeiro!...

Faz mais um pra gente ver!

Postado em 08/12/2017 06h00
O gol é o grande momento do esporte, como já diria aquele programa nostálgico– que, naturalmente subtrai todo o resto para resumir “esporte” como “futebol”. E todo grande momento exige uma mitologia. E toda mitologia busca afirmar um herói. E todo herói tem seu manto característico. E no futebol...

Placares que só Freud explica

Postado em 01/12/2017 06h00
Gol de placa a matéria feita pela equipe deste caderno no início da semana, relembrando dois momentos marcantes do futebol mineiro. Um mais que o outro, evidentemente: não é possível comparar seriamente o 6 X 1 aplicado pelo Cruzeiro no rival com o tal 9 X 2, realizado em 1900 e nada-existia-ainda,...

Uma nação se constrói com livros (e não com lebres)

Postado em 24/11/2017 12h57
Temos duas opções aqui hoje. A primeira seria discutir a imensa e absolutamente dispensável quantidade de baixaria que tem circulado, especialmente nas redes sociais, que dizem dos bastidores da política celeste. Ameaças daqui, ameaças dali, vídeos, declarações “pesadas”. Me desculpe o leitor, mas...

O FATOR CAMISA 6

Postado em 17/11/2017 12h32
Seis, como número, não possuí as propriedades cabalísticas de seu vizinho. Mas, para nós, celestes, é um número muito especial. Basta lembrar daqueles seis gols em Sete Lagoas, em 2011 (portanto, há...seis anos!). Nunca pensei nisso, mas seria interessante se a Arena do Jacaré tivesse testemunhado...