São como máquinas que trabalham sem trégua, 24 horas por dia, ajudando a dar leveza e a reequilibrar a energia de ambientes e pessoas. Confeccionadas, geralmente, em formato de pirâmide, orgonites são peças que utilizam a física quântica para explicar o ofício a que se prestam: transmutar energia negativa em positiva e curar. 

Elaborados em três camadas, uma parte orgânica (resina), outra de metal e uma terceira de cristal – que varia conforme a propriedade de cura desejada – os geradores de orgone (energia cósmica) captam energias nocivas ou “paradas”, transformando-as em força abundante e positiva. 
Terapeuta e facilitadora de cursos de orgonite em Belo Horizonte, Mayara Martelo descobriu a ferramenta há três anos. Conta que a experiência foi natural e intuitiva. “Comecei a dar de presente para as pessoas sem intenção alguma e passei a receber relatos de que dores...de cabeça e estômago, por exemplo, haviam desaparecido”. 

A terapeuta explica que, ao contrário dos cristais, que funcionam como receptáculo, absorvendo e represando energias nocivas, as orgonites atraem a carga negativa, convertem e emanam, num fluxo contínuo. “É como se tivessem um mecanismo de auto-limpeza”, detalha, mencionando, ainda, que o uso dos objetivos não precisa ser individualizado. 

Orgonites

Tatiana e o marido têm um “santuário”: “todos que vêm à minha casa percebem uma energia diferente. E não é preciso acreditar ou ter uma crença, basta sentir”, diz a fisioterapeuta

Sem crença

Recomendadas para quaisquer pessoas, independentemente de crenças ou religião, as peças são elaboradas levando em conta a extensão do campo de atuação e, portanto, da finalidade do uso. Por esse motivo, antes de levar uma orgonite junto ao corpo, por exemplo, é fundamental que a aura da pessoa seja medida. 

Energias externas entram no nosso campo individual e vão, eventualmente, sendo filtradas. Se acostumam a acessar aquele campo energético, e por meio de um pingente, por exemplo, podem acabar transformando aquela pessoa num receptáculo”, explica Mayara Martelo, mencionando a importância de ter o controle sobre a área de atuação da peça. 

Santuário

Fã da ferramenta, a fisioterapeuta Tatiana Adaid Braga, de 40 anos, transformou a casa onde mora em uma espécie de santuário. “Tenho no carro, na bolsa, também fiz para a geladeira, para colocar perto dos eletrônicos e da ração dos gatinhos. Tudo na vida é energia. O universo vibra”, comenta.

Ela conta que, depois de fabricar cada orgonite, utiliza um pêndulo de radiestesia (ferramenta usada para rastrear a emissão energética de coisas, lugares e pessoas) para medir o campo de atuação da peça. 

Maiores ou menores, translúcidas ou coloridas, as orgonites podem ser usadas em quaisquer ambientes ou até mesmo próximo de alimentos e plantas. Independentemente do modelo e do cristal usado, a peça atuará sobre diversos pontos da sua vida ou do local frequentado pelo usuário. 

Em BH, há cursos ministrados no espaço Viva Bem, na Serra. Mais informações no site: vivabemespacoholistico.com.br. Na web é possível encontrar tutoriais com o passo a passo.

Posicionada sobre pontos de energia do corpo, ferramenta auxilia no tratamento de dor física

Além de fazer uso das orgonites em casa e até no carro, a fisioterapeuta Núbia Marcelle Guimarães Medeiros emprega a ferramenta também com pacientes. Aplicadas sobre os chákras – centro de energia distribuídos pelo corpo –, as peças não só transmutam as energias negativas do ambiente como ajudam a trazer à tona emoções que estejam gerando desconforto e dor física. 

Paciente dela, a agente de turismo Fernanda Ricardo, de 30 anos, experimentou os resultados ao tratar as sequelas de uma paralisia facial. “Havia passado por outros três profissionais, sem sucesso. Com ela, percebi que meu problema não era só físico, mas emocional, estava no campo sutil. As orgonites agregaram valor ao meu processo de cura. É como dizem: o corpo fala”, relata Fernanda.

Núbia explica que as estruturas de cristal, metal e resina ajudam a deixar o ambiente de tratamento mais leve e a expandir a consciência de quem é tratado. “Aumentam a sensação de entendimento da causa (do problema)”, detalha. As sessões realizadas por ela podem ser complementadas também pela cromoterapia. “Aplico sobre pontos-chave e percebo, pela energia que emitem, se é necessário o uso de outro equipamento fisioterápico. Também posso complementar com as cores. Se quero promover tranquilidade, uso azul ou verde, se quero mais transmutação energética, violeta”, diz. 

Orgonites
Núbia usa orgonites nos chákras dos pacientes; ferramenta facilita tratamento de problemas físicos

 

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