As Forças Armadas voltaram, na manhã desta terça-feira, 10, para a favela da Rocinha, zona sul do Rio. De acordo com o Comando Militar do Leste (CML), há 1.100 homens no local, entre 550 militares do exército e 550 policiais militares.

O exército está atuando no cerco à região desde as 5h40 desta terça, enquanto a Polícia Militar opera dentro da favela, em busca de criminosos, armas e drogas.

O porta-voz do Comando Militar Leste (CML), Coronel Roberto Itamar, afirmou que a operação é pontual e que os agentes do exército permanecerão na comunidade até o término da ação.

Segundo o Coronel Itamar, o trabalho de varredura em alguns pontos da Rocinha é realizado com detectores de metais e pólvora para identificar materiais que estejam escondidos na mata.

A ajuda do exército foi solicitada após a volta de registros de intensos tiroteios no local. Nessa segunda-feira, 9, dois homens foram encontrados mortos na parte alta da favela. Os corpos, que não foram identificados, tinham vários ferimentos na cabeça.

Também na segunda-feira, a Polícia Civil prendeu, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, um traficante que seria um dos seguranças de Rogério 157, que lidera o tráfico na Rocinha.