Existe um dogma nos departamentos de design das fabricantes de automóveis, que reza que todo carro híbrido ou elétrico tem que ser feio ou, na melhor das hipóteses, esquisito. O Nissan Leaf seguia essa cartilha à risca e nunca foi um carro bonito, mesmo com todos os seus atributos de eficiência e docilidade junto ao meio ambiente.

Mas não há nada que impeça que um elétrico seja bonito (a prova está nas páginas 4 e 5) e a Nissan se prepara para apresentar a segunda geração do Leaf. O carrinho ganhou desenho mais atraente, seguindo a identidade visual da nova geração do March. 
Além dos visual renovado, o Leaf também ganhou novas tecnologias como um sistema de direção semiautônoma que assume o controle em velocidades entre 30 e 100 km/h, sendo capaz de se manter dentro da faixa de rodagem e estabelecer distância mínima do veículo à frente, podendo até parar totalmente, caso seja necessário.

Ele também conta também com um único pedal o E-Pedal, que serve para frenagem e aceleração. O funcionamento é simples, quando se pisa, o motor elétrico de 150 cv e 32 mkgf de torque acelera. Ao aliviar o pé do acelerador, ele tende diminuir a velocidade. E quando se tira o pé totalmente ele inicia a frenagem até a imobilização. Segundo a Nissan, o E-Pedal é suficiente para 90% da condução do carro.