O Jeep Cherokee foi um divisor de águas na indústria automotiva. O utilitário-esportivo (SUV) chegou ao mercado nos anos 1970, como uma versão despojado do Wagoneer, para concorrer com o Ford Bronco nos Estados Unidos. No Brasil, ele chegou com a abertura das importações, no início dos anos 1990, já na segunda geração que perdurou até 2001. Cá para nós, foi a geração mais legal em termos de estilo. 

Depois o jipinho, que vivia às sombras do Grand Cherokee, foi ganhando formas mais abrutalhadas até chegar à quinta geração (e atual), lançada em 2013, que tentou fazer com ele lastimavelmente se assemelhasse com um SUV asiático.

Depois de quase cinco anos, a marca promoveu uma plástica para deixá-lo novamente com cara de Jeep, com elementos herdados do Grand Cherokee e do Compass. 

As mudanças na linha 2019 se concentraram no capô, faróis, para-choques e lanternas e tampa do porta-malas deram um pouco mais de “vigor” ao modelo, que até então tinha um jeitão de Citroën 4x4. Melhorou, mas ele ainda é o menos convidativos entre o restante da família. Por dentro as mudanças foram praticamente imperceptíveis.

Mecânica
Sobre a parte mecânica, a Jeep faz segredo e só irá revelar novidades durante o Salão de Detroit, que abre suas portas em 13 de janeiro. A única informação apresentada é que o Cherokee está mais eficiente que a linha passada. 

Por aqui o Compass é oferecido por R$ 170 mil e é equipado com motor V6 Pentastar 3.2 de 271 cv e transmissão de nove marchas, tração 4x4. Ele ainda é oferecido nas versões Limited (R$ 185 mil) e Trailhawk (R$ 200 mil), mas praticamente desapareceu depois da chegada do Compass. Que surpresa!