A Guarda Municipal vai reforçar a segurança nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital a partir deste mês. Segundo a Prefeitura de Belo Horizonte, a medida é para inibir episódios de violência nos plantões das unidades urgência. O anúncio foi feito no mesmo dia em que uma médica, grávida de seis meses, foi agredida na UPA Centro-Sul.

Segundo a Polícia Militar, na madrugada desta segunda-feira (10), a médica, de 34 anos, foi agredida com um soco no peito por uma usuária da unidade e ameaçada pela acompanhante dela. Após a confusão, as duas foram levadas para a Ceflan 2.

A PBH quer ainda, que os autores de agressões físicas ou verbais, ou que causarem danos ao patrimônio público, sejam responsabilizados judicialmente pelos atos, como afirma o secretário municipal de Saúde. "Pessoas que reagirem com violência dentro das UPAs devem responder judicialmente, inclusive com ressarcimento aos cofres públicos pelos danos causados às vítimas e ao patrimônio público", explica Jackson Machado Pinto.