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SÃO PAULO - Um deputado russo, autor de uma polêmica lei contra a comunidade gay em São Petersburgo, acusou nesta terça-feira (16) a cantora americana Madonna de ter trabalhado ilegalmente em dois shows que fez na Rússia em 2012, durante os quais defendeu os homossexuais e as integrantes do Pussy Riot.
Organizações ultranacionalistas russas apresentaram uma demanda perante um tribunal de São Petersburgo exigindo da cantora 333 milhões de rublos (8,5 milhões de euros) por perdas e danos, mas a ação foi rejeitada.
Uma lei adotada em fevereiro de 2012 em São Petersburgo por iniciativa de Milonov castiga nesta região qualquer ato público que promova a homossexualidade e a pedofilia, um texto denunciado pelos defensores das liberdades.