
A Série A2 do Campeonato Paulista já acabou, mas o Guarani foi envolvido em uma polêmica nesta quinta-feira (21). Isso porque o zagueiro Rafael Caldeira foi pego no exame antidoping realizado após a partida contra o Catanduvense, no dia 1.º de março, pela sétima rodada da competição.
Na oportunidade, Rafael Caldeira havia deixado a partida após sofrer uma lesão na costela e, no vestiário, foi tratado com duas medicações, sendo que uma delas continha a substância Dexamethasone, flagrada no exame antidoping. O jogador foi suspenso preventivamente por 30 dias pelo Tribunal da Federação Paulista de Futebol e o julgamento deve ocorrer dentro de duas semanas.
O relato apresentado pela entidade diz que o Guarani se negou a realizar a contraprova. O clube garantiu que o jogador havia sido tratado durante a partida e, por conta disso, não havia sentido realizar o exame. O médico bugrino, Vanderlei Rondini, garantiu que o erro foi dos responsáveis pela realização do antidoping.
Fora esta "bomba" do dia, o técnico Ademir Fonseca mantém um ritmo forte de treino para o jogo contra o Londrina, na próxima segunda-feira à noite, no Brinco de Ouro, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro da Série C. O objetivo é apagar a má impressão deixada no empate pro 1 a 1, com o Guaratinguetá, no vale do Paraíba.