LINHA BRANCA

Com ondas constantes de calor, ar-condicionado deixa de ser artigo de luxo

Novos aparelhos de ar-condicionado prometem reduzir energia sem penalizar o conforto, graças a recursos inteligentes para controle de consumo de eletricidade e monitoramento do ambiente

Marcelo Jabulas
Publicado em 27/02/2025 às 11:26.
 (Foto: Samsung/Divulgação)
(Foto: Samsung/Divulgação)

Até pouco tempo, carros com ar-condicionado eram relegados a quem tinha dinheiro sobrando. Hoje, estão em todos os modelos, inclusive os mais baratos. Mas nas residências, ar-condicionado ainda é um tabu.

Mas o cenário está mudando. Com temperaturas elevadas praticamente o ano todo, o mercado de aparelhos se aqueceu na mesma proporção das ondas de calor que cozinham os brasileiros. 

Os valores também estão mais em conta, com modelos a partir de R$ 2 mil. No entanto, ainda há dúvidas sobre a potência e capacidade de refrigerar cada ambiente. Isso sem contar, os custos com mão de obra para afixar o compressor no local externo e perfurações nas paredes. 

Outro fator que tem encorajado o consumidor a instalar um aparelho de ar-condicionado em casa é o menor consumo de energia. Modelos mais modernos contam com tecnologias que consomem menos energia e permitem monitorar o gasto em kWh, como explica o gerente de produto da divisão de ar-condicionado da Samsung Brasil, Célio Pascoli.

"Os aparelhos da nova linha da Samsung podem reduzir o consumo de energia em até 77%, quando comparados ao modo de resfriamento rápido. Além disso, a função SmartThings Energy oferece um controle detalhado do consumo energético, permitindo que o usuário acompanhe o gasto em tempo real, defina limites e receba notificações sempre que eles forem atingidos – o que garante economia no final do mês e elimina surpresas desagradáveis na conta de energia", garante.

E quando o custo dói menos no bolso, o consumidor se sente mais confiante em investir. "O mercado de ar-condicionado, ele vem conquistando relevância e um crescimento de vendas em virtude de cada vez mais os consumidores investirem em conforto térmico e qualidade de vida", comenta Pascoli, que não abre números, mas garante que o potencial de vendas está elevado em 2025.

Mas o especialista dá a dica na hora de escolher o aparelho ideal. " No momento de avaliar qual a capacidade ideal do produto (medida em BTUs) para ter um ambiente confortável, é importante levar em conta o tamanho do espaço, a quantidade de pessoas e eletrônicos existentes nele, além do ambiente ter ou não exposição ao sol. Nossa recomendação é sempre buscar um profissional que possa fazer o cálculo exato e indicar o aparelho com a capacidade ideal para o ambiente", afirma.

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