Política

Pesquisa Quaest: desaprovação do governo Lula sobe sete pontos desde janeiro e chega a 56%

Pela primeira vez desde o início do mandato, índice de desaprovação do presidente ultrapassa 50%

Bernardo Haddad
@_bezao
Publicado em 02/04/2025 às 11:00.Atualizado em 02/04/2025 às 11:09.
 (MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL)
(MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL)

Pesquisa da Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) aponta que a desaprovação do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aumentou sete pontos percentuais desde janeiro deste ano e chegou a 56%. Pela primeira vez desde o início do mandato, o índice de rejeição do presidente ultrapassou 50%. 

A aprovação de Lula caiu para 41% e o total de entrevistados que não sabiam ou não responderam aumentou para 3%. Em janeiro, a pesquisa apontava que Lula era aprovado por 47% e rejeitado por 49%. 

Comparativo com dados de janeiro

  • Aprova: 41% (antes eram 47%);
  • Desaprova: 56% (49%);
  • Não sabe/não respondeu: 3% (4%).

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Ao todo, foram entrevistadas 2.004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o Brasil, entre 27 e 31 de março.

Desaprovação de Lula aumenta em todas regiões 

Segundo a pesquisa, a desaprovação do governo Lula aumentou em todas as regiões do país. O aumento mais significativo foi identificado no Nordeste, onde o presidente teve um aumento de nove pontos percentuais na taxa de desaprovação, de 37% para 46%. A aprovação reduziu sete pontos, caindo de 59% para 52%. 

No Sudeste a rejeição do governo chegou a 64% - aumento de sete pontos percentuais em relação a janeiro (53%). A aprovação caiu para 37%, uma redução de cinco pontos. (42% em janeiro). 

A região Sul do país possui o índice mais alto de desaprovação do governo atual, com 64% (59% em janeiro). A aprovação também é a menor do país, com apenas 34% - queda de cinco pontos percentuais comparado a janeiro (39%). 

As regiões Centro-Oeste e Norte, apuradas em conjunto, apresentaram um pequeno aumento tanto na desaprovação, que chegou a 52% (eram 49%), quanto na aprovação, que é de 44% (eram 48%). 

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