Sonho de muita gente

Descubra se é possível ir para a Disney sem gastar uma fortuna

Antes de pensar em economizar, é preciso saber quais são os gastos mais comuns na viagem

Cláudio Lacerda Oliva*
turismologoali@hojeemdia.com.br
Publicado em 25/01/2024 às 15:08.
É preciso realizar uma espécie de mapeamento das despesas, fazer a conversão do dólar e buscar por métodos mais econômicos (Freepik)

É preciso realizar uma espécie de mapeamento das despesas, fazer a conversão do dólar e buscar por métodos mais econômicos (Freepik)

Sonho de criança e, também, de adulto. Conhecer o mundo de Walt Disney, em Orlando, nos Estados Unidos, costuma ser uma experiência e tanto para os fãs de Disney, Pixar e Marvel. O local que agrada pessoas de diferentes idades recebe, anualmente, mais de 100 milhões de pessoas, segundo dados divulgados pela própria organização,

Apesar de ser um sonho, para muitos brasileiros, ir à Disney é sinônimo de gastar uma fortuna. Isso porque uma viagem internacional exige uma série de custos, como passagem aérea, hospedagem, alimentação,  deslocamento e ingresso.

Entretanto, a boa notícia é que, com um bom planejamento, é possível ir para o Magic Kingdom. Para isso, é preciso realizar uma espécie de mapeamento das despesas, fazer a conversão do dólar e buscar por métodos mais econômicos durante a viagem.

Quais são os gastos comuns em uma viagem para a Disney?
Antes de pensar em economizar, é preciso saber quais são os gastos mais comuns em uma viagem para a Disney. Para os brasileiros que nunca viajaram para o exterior, será necessária a emissão de alguns documentos, como o passaporte e o visto. O valor para emiti-los pode
variar de região para região, mas, em média, o custo é de R$ 250.

No caso do visto, o valor também pode sofrer variações conforme as atualizações do governo americano. Segundo as informações mais recentes divulgadas pelo Departamento de Estado dos EUA, a emissão do visto custa US$ 185. Por esse motivo, quem deseja viajar para Orlando precisa também se atentar ao valor do dólar hoje para fazer a conversão e se organizar financeiramente. O detalhe irá interferir não somente no pagamento do visto, mas também nas despesas durante a hospedagem no território estadunidense.

Outro custo é a passagem aérea. Os valores oscilam bastante de acordo com a companhia, a temporada, o horário e as conexões feitas no trajeto. A hospedagem, o deslocamento e a alimentação também fazem parte dos gastos essenciais da viagem. O planejamento irá auxiliar nas escolhas com melhor custo-benefício e que caibam no bolso do turista brasileiro.

Por fim, é preciso pagar pelo ingresso dos parques. Em geral, para visitar Magic Kingdom, Epcot, Hollywood Studios e Animal Kingdom, o custo é de US$ 106 por dia para pessoas a partir de 10 anos.

Por conta da extensão dos parques, os turistas não conseguem conhecer mais de um no mesmo dia. Dessa forma, pode ser necessária a compra de mais ingressos para poder aproveitar os espaços da Disney.

Como economizar na viagem
O custo para ir para a Disney depende das preferências de cada viajante. Para aqueles que buscam economizar, há algumas práticas que podem ajudar a diminuir os custos durante a viagem, sem comprometer a experiência de realizar um sonho.

Antecedência é essencial
A antecedência é a premissa para economizar em qualquer viagem. No caso das passagens aéreas, o preço pode ficar consideravelmente mais barato do que quando a compra é feita na véspera. Além disso, quando a pesquisa de preço é feita com tempo, o viajante pode usufruir de tarifas promocionais. A mesma regra é válida para a escolha da hospedagem e o planejamento da alimentação e dos passeios que serão realizados durante a viagem.

Procure pela baixa temporada
Outro fator que reduz o valor das despesas de uma viagem para Disney é a data em que ela é feita. Isso porque quem viaja em baixa temporada pode encontrar promoções, enquanto aqueles que vão durante a alta temporada pagarão mais caro e encontrarão os parques lotados. O melhor período para viajar para a Disney é aquele com menor movimento de turistas, o que acontece na primeira quinzena de maio e nos meses de setembro e outubro.
Além disso, também é possível encontrar boas promoções durante o inverno estadunidense, nos meses de dezembro e janeiro. Mas esta escolha só deve ser feita para aqueles que não se importam com o frio.
A alta temporada acontece durante as férias escolares nos Estados Unidos, nos meses de junho e agosto. Para quem só pode viajar neste período, a orientação é buscar pelas atrações com antecedência.

Procure por hospedagens fora do complexo Disney
Outra forma de economizar é escolhendo acomodações fora do complexo Disney. Isso porque os hotéis localizados próximo aos parques temáticos têm uma alta demanda e são mais caros. Dessa forma, quem quer pagar mais barato deve procurar por outras hospedagens em Orlando. A região oferece uma boa infraestrutura e conta com acomodações que apresentam valores mais acessíveis. No momento da busca, vale a pena procurar por locais que ofereçam  serviços exclusivos. Isso porque há pacotes que, ao fechar a hospedagem, o turista ganha alimentação e translado para os parques.

Evite as lojas dos parques
Dentro dos parques temáticos, os turistas encontram uma ampla variedade de lojas com produtos dos personagens de desenhos e filmes da franquia. Nesses locais, o valor dos itens costuma ser muito mais alto, o que pode acabar prejudicando o planejamento financeiro do viajante. Dessa forma, quem quer economizar precisa resistir às tentações e procurar por lojas fora do complexo Disney ou outlets. A qualidade dos produtos é a mesma, mas o valor é bem mais acessível.

Alimentação alternativa ajuda a economizar
A dica anterior também vale para a alimentação. Para economizar, os turistas podem investir em alimentação alternativa, indo ao mercado e preparando lanches para levar na mochila. A prática ajuda a reduzir uma boa parte dos gastos.

* Diretor Executivo da Assimptur

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